Congo quer que capacetes azuis da ONU deixem o país A República Democrática do Congo considera a presença prolongada da Missão da ONU (Monusco) no seu território um obstáculo à sua plena soberania. O país aspira assumir o controlo total dos seus assuntos internos, especialmente face ao aumento de grupos armados e às tensões regionais. O desejo de Kinshasa de organizar a segurança e o desenvolvimento do país está no centro do pedido de retirada antecipada dos capacetes azuis. “Depois de tantos anos, tantos milhares de milhões gastos, onde estão os resultados tangíveis? Grupos armados, incluindo o M23 e as forças ruandesas, continuam a operar, especialmente nas províncias de Ituri e Kivu do Norte”, disse Christophe Lutundula, Vice-Primeiro-Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros. O prestígio da Monusco entre a população deteriorou-se, como demonstram as manifestações em Goma, que foram trágicas e reflectiram uma frustração crescente com a presença e as acções da missão da ONU. A de...
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