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Geopolítica do Comércio - Empresas chinesas usam Marrocos para contornar tarifas da União Europeia - créditos MPR

LFS Defesa - Segurança - Geopolítica - A Geopolítica do Comércio -  Empresas chinesas usam Marrocos para contornar tarifas da União Europeia. Créditos MPR  ------------------------ Por favor, junte-se à nossa estrutura de divulgação: *Grupo no whatsapp:  https://chat.whatsapp.com/LNWFvw0mMB1EP77GjmucAF *Grupo no Facebook:  https://www.facebook.com/groups/418682042350353/ *Siga o Instagram da Rede LFS de Comunicação - @redelfsdecomunicacao  ---  http://instagram.com/redelfsdecomunicacao    ------------------------ Empresas chinesas usam Marrocos para contornar tarifas da União Europeia Do Editorial em 7 de setembro de 2024 Empresas chinesas como a CNGR e a Gotion anunciaram investimentos colossais, da ordem de vários milhares de milhões de dólares, na produção de baterias eléctricas em Marrocos. O objectivo não é o mercado local, nem África; É o Velho Continente. À medida que a União Europeia aumenta barreiras tarifárias às importações chinesas, pa...

A EXPANSÃO DO IMPÉRIO DO PÓ! (Editorial - O Estado de S. Paulo, 19) “O‘Narcosul’, o cartel do PCC, é a organização criminosa que mais cresce hoje no mundo”, constatou o procurador Márcio Sérgio Christino. Ex- Blog do César Maia - Edição 29/10/21

  A EXPANSÃO DO IMPÉRIO DO PÓ! (Editorial - O Estado de S. Paulo, 19) “O‘Narcosul’, o cartel do PCC, é a organização criminosa que mais cresce hoje no mundo”, constatou o procurador Márcio Sérgio Christino. É mais um recorde infame para um país cronicamente devastado pela violência e a corrupção. Como mostrou reportagem do Estado, a Bolívia – em razão de sua localização e das dificuldades de colaboração internacional com a polícia local, em grande parte corrompida pelos criminosos – é o santuário desse “Narcosul” (corruptela de Mercosul), que lá mantém empresas de fachada e frotas de aeronaves e caminhões. Em uma década, o Brasil, historicamente o maior mercado consumidor na América do Sul, se transformou em um dos principais fornecedores para o mundo. Segundo a ONU, o País responde por 7% das apreensões globais, atrás apenas da Colômbia (34%) e dos EUA (18%). Entre 1995 e 2004 eram apreendidas em média 6 toneladas de cocaína por ano no Brasil. Em pouco tempo as suas principais qua...